Você se perguntou alguma vez como chegamos aos incríveis e maravilhosos projetos arquitetônicos que vemos hoje em dia? O Homem sempre construiu, porém em algum momento no tempo começamos a nos preocupar tanto com a praticidade quanto com o aspecto estético dos projetos. Difícil saber quando exatamente isso ocorreu, mas sabemos que ao longo dos anos muitos arquitetos ousaram e quebraram paradigmas, revolucionando e deixando sua marca na arquitetura. Hoje conheceremos um pouco mais sobre três dos mais influentes arquitetos da história e suas principais obras.


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Antoni Gaudí

Gaudí passou toda a sua carreira em Barcelona, onde construiu todos os seus projetos, o mais famoso deles é a catedral de 1883 conhecida como La Sagrada Familia, ainda em construção até hoje. Seu estilo era uma mistura ornamentada de elementos barrocos, góticos, mouriscos e vitorianos, com mosáicos ornamentais, também se baseava em formas encontradas na natureza, uma influência que pode ser observada nas colunas que lembram árvores que sustentam o vasto interior de sua Igreja, ou na fachada ondulante de outra de suas famosas criações, o bloco de apartamentos conhecido como Casa Milla, que foi inspirado na montanha Montserrat, localizada nos arredores de Barcelona. O trabalho de Gaudí continuaria a ter um grande impacto nas gerações futuras de modernistas.

 

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Frank Lloyd Wright

Nascido em Wisconsin, Wright revolucionou o arquitetura do século 20, e sua criação no centro oeste teve papel crucial na formação de sua sensibilidade. Inspirado pelos edifícios baixos comuns nas planícies americanas, Wright criou o estilo Prairie House como uma resposta à estética vitoriana que prevalecia na época. Wright empregou linhas geométricas limpas com ênfase em planos horizontais. Seu prédio mais famoso, o Falling Water (uma residência em Bear Run, Pennsylvania, projetado para o magnata Edgar Kaufmann em 1935) apresenta varandas retangulares empilhadas que parecem flutuar sobre a cachoeira natural incorporada à casa. Mais tarde em sua carreira, Wright começa a usar elementos curvilíneos, uma mudança que tem o museu de Solomon R. Guggenheim como seu melhor exemplo.

 

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Mies Van der Rohe

Fiel defensor da proposição de que “menos é mais”, o arquiteto alemão Mies Van der Rohe apresentou uma arquitetura de formas geométricas elementares, apontando o caminho para o minimalismo. Retirando todos os elementos de ornamentação ele usou as qualidades inatas de materiais como aço e vidro para definir a aparência de seus projetos. Esta abordagem surgiu da ideia de que forma é igual a função: premissa adotada na Bauhaus de Dessau, centro de design onde foi o último diretor antes que os nazistas o fechassem. Seus desenhos enfatizaram o racionalismo e a eficiência como o caminho para a beleza, perfeitamente exemplificado pelo Pavilhão de Barcelona, construído para abrigar a exposição da Alemanha durante a Exposição Internacional de 1929. Na obra podemos ver que Mies (o nome pelo qual ele é mais conhecido) não usa detalhes decorativos, porém não é avesso à opulência, como o uso de mármore, ônix vermelho e travertino na estrutura atesta. A obra-prima resultante é igualada, talvez, pela torre de Seagram em New York, outro belíssimo edifício assinado pelo arquiteto.

Não só esses foram responsáveis pelas atuais formas e desenhos dos edifícios de hoje; outros nomes como Eero Saarinen, Philip Johnson, Renzo Piano, Frank Gehry e Normam Foster revolucionaram a arquitetura. Esperamos que aqui você se interesse pelos feitos desses mestres e procure saber mais sobre eles.

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